Governança de IA
Comitês, políticas internas e registros de decisões automatizadas com impacto.
Governança de IA, propriedade de dados e responsabilidade algorítmica.
A adoção de inteligência artificial cria novos atores de responsabilidade: quem treinou, quem operou, quem decidiu. A governança jurídica de IA precisa responder quem detém os direitos sobre dados, outputs e decisões automatizadas antes que um incidente force essa resposta.
A atuação em IA une conhecimento técnico de modelos, privacidade, propriedade intelectual e responsabilidade civil. Empresas que estruturam essa arquitetura agora colhem previsibilidade quando a regulação se tornar mais densa.
Cada frente é conduzida com o mesmo padrão técnico, discrição e foco no resultado prático do cliente.
Comitês, políticas internas e registros de decisões automatizadas com impacto.
Base legal, consentimentos, anonimização e licenciamento de dados.
Direitos sobre conteúdo gerado por IA e cláusulas contratuais com fornecedores.
Risco civil, regulatório e criminal de decisões automatizadas.
Acordos com fornecedores de modelos, desenvolvedores e clientes de soluções.
Documentação explicável, trilhas de auditoria e direitos de revisão.
Definição clara de responsáveis por cada decisão automatizada.
Adequação às diretrizes brasileiras, europeias e setoriais em curso.
Salvaguarda de inputs, outputs e modelos próprios do cliente.
Protocolos de resposta para viés, falhas, vazamentos e questionamentos.
Mapeamento de onde e como a IA é usada na organização.
Análise de dados, modelos, contratos e impactos sobre terceiros.
Elaboração de governança interna e revisão de acordos com fornecedores.
Acompanhamento da regulação e ajustes contínuos no programa de IA.
Estruture o uso de inteligência artificial com segurança jurídica, clareza de responsáveis e proteção de ativos.
Canal de Atendimento
Consulta estratégica
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